sábado, 9 de julho de 2016

Dry Martini

Foto: Estadão

Dry Martini

O mais clássico dos drinques. Sua história remonta à Guerra Civil americana (1861-1865), e seu nome apareceu pela primeira vez num guia de coqueteis de 1888. Na vida real e na ficção, ele é o drinque com o maior número de fãs ilustres. Para o escritor William Somerset Maugham, o dry martini devia ser sempre apenas misturado, nunca batido na coqueteleira, para não “quebrar” o gim. Já James Bond, o 007, gosta do seu batido. A escritora Dorothy Parker é creditada por uma frase espirituosa que dá uma ideia da potência desse drinque: “Dry martinis são como seios de mulher —um é pouco, três é demais”.

Fonte: Estadão/Paladar

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Prato do dia 100% perfeito.



Prato do dia 100% perfeito.

Tudo pronto para meu jantar 100% orgânico e vegano, sem glúten e sem lactose, low carb e low fat, sem antibióticos, sem leguminosas, sem carne, sem transgênicos, sem açúcar e ainda hidrata.

Depois dessa, melhor só o prato de porcelana.

JJ


Fonte: Aphysio

terça-feira, 5 de julho de 2016

Dieta mediterrânea retarda o envelhecimento cerebral.

Dieta mediterrânea retarda o envelhecimento cerebral.


A ciência descobriu mais uma qualidade da dieta mediterrânea: ela retarda o envelhecimento cerebral. É o que diz um estudo publicado recentemente no periódico científico Neurology.
O estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, com 674 pessoas. A idade média dos voluntários era de 80 anos. Eles viviam em Manhattan, nos Estados Unidos, e não sofriam de demência.
Os resultados mostraram que os participantes que seguiam assiduamente a dieta mediterrânea tinham um volume cerebral maior do que aqueles que não a seguiam. O volume de massa cinzenta dos adeptos também era superior. Os autores afirmam que essa diferença corresponde a cerca de cinco anos de envelhecimento.
“Esses resultados são excitantes, pois eles sugerem que as pessoas podem potencialmente impedir o encolhimento cerebral e retardar os efeitos do envelhecimento sobre o cérebro simplesmente ao seguir uma dieta saudável.”, disse Yian Gu, um dos autores do estudo.
A dieta analisada pelo estudo incluiu a ingestão de uma grande quantidade de vegetais, frutas, legumes, cereais, peixes e gordura monoinsaturada, como azeite de oliva e um baixo consumo de gordura saturada, laticínios, carne vermelha e aves; e quantidades leves ou moderadas de álcool.

Ainda de acordo com os autores, o consumo frequente de peixe é particularmente benéfico. “Comer entre 85g e 140g de peixe por semana (e também não exceder o consumo de 100 gramas de carne vermelha diariamente) pode fornecer proteção considerável contra a perda de células cerebrais”, disse Gu ao jornal britânico The Guardian.

Fontes: The Guardian e Veja

Comer macarrão emagrece, acredite.

Comer macarrão e massas em geral não engorda e ainda pode ajudar a emagrecer. De acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico Nutrition and Diabetes, o alimento está associado a um índice de massa corporal (IMC) mais baixo, menor circunferência do quadril e da cintura e redução no risco de obesidade.
Para chegar a essa conclusão, pesquisadores italianos analisaram a dieta de 23.000 pessoas residentes em duas regiões da Itália. Os participantes precisavam anotar tudo o que comiam em uma espécie de diário e depois foram questionados sobre sua alimentação em entrevistas realizadas por telefone. Os pesquisadores então compararam a quantidade de massa ingerida por dia, com o IMC e as circunferências da cintura e do quadril de cada participante.
Os resultados mostraram que o consumo regular de massa não estava associado ao excesso, mas à redução de peso. “Ao analisar dados antropométricos e hábitos alimentares dos participantes nós vimos que o consumo de massa, ao contrário do que muitos pensam, não está associado a um IMC alto, mas exatamente o contrário.”, disse George Pounis, líder do estudo.
Estudos anteriores já haviam mostrado os benefícios da dieta mediterrânea – da qual a massa é um componente importante -, rica em frutas, vegetais, peixe e grãos integrais. Mas, até então, nenhum estudo havia se preocupado em analisar o papel específico do consumo da massa.
“Popularmente, o macarrão não é considerado um alimento adequado quando se quer perder peso. Tanto que algumas pessoas chegam a abolir completamente o alimento das refeições quando estão de dieta. Após essa pesquisa, podemos dizer que essa atitude não está correta”, disse Licia Iacoviello, coautora do estudo. “Nós estamos falando de um componente fundamental da tradição italiana mediterrânea e não há razão para acabar com isso. A mensagem aqui é que a dieta mediterrânea, consumida com moderação e respeitando a variedade de todos os seus elementos (as massas estão em primeiro lugar), é boa para a saúde”, afirmou Licia.


Os pesquisadores não souberam explicar o porquê dos efeitos benéficos da ingestão de massas para a manutenção de um peso saudável. Uma possibilidade é que pessoas que comem mais massa também tendem a seguir com maior frequência a dieta mediterrânea tradicional, rica em tomate, cebola, alho, azeita extra virgem, queijo e arroz. Outra possível explicação se soma aos argumentos favoráveis à ingestão de carboidratos: alguns especialistas dizem que o ideal é comer muitos carboidratos integrais e pouca gordura. Já outra corrente advoga que, para emagrecer, o ideal é evitar os carboidratos, mas que não é necessário se preocupar com a gordura.

Fonte: Veja


PS.: Dias depois, apareceu a informação de que esta pesquisa foi patrocinada pela Barilla, um dos maiores fabricantes italianos e do mundo de massas secas.
       Na minha opinião, a Barilla é séria - tão séria que aparece ao final do estudo como patrocinadora, junto a renomada instituição de pesquisa. Se fosse mal intencionada, não deixaria sua marca aparecer.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Sinais de intolerância ao glúten.


Sensibilidade ao glúten ou intolerância é uma condição que leva uma pessoa ter uma reação após a ingestão de glúten, uma proteína encontrada no trigo, cevada e centeio. Os sintomas variam muito e podem incluir problemas gastrointestinais, dor nas articulações, fadiga e depressão.



É bastante comum que as pessoas tenham problemas digestivos e de saúde após comerem trigo ou glúten. Encontrado principalmente no trigo, cevada e centeio, a intolerância ao glúten pode resultar num número de sintomas diferentes.

O trigo é um tipo de grão que é comumente encontrado em pães, cereais e massas. Fontes menos comuns incluem condimentos, como molhos para saladas e sopas. A cevada é outra abundante variedade de grão, que é frequentemente utilizada para fabricação de cerveja e produtos para alimentar animais de pecuária. O centeio é o último tipo de grão que utiliza glúten como um ingrediente. É mais frequentemente encontrado em cereais, cerveja e pães. Consumir esses tipos de alimentos e bebidas é muitas vezes como se descobre a sua intolerância ao glúten.

A doença celíaca é um tipo grave de intolerância ao glúten. Classificada como uma desordem auto-imune, a doença celíaca provoca danos no intestino delgado. Quando aqueles com a doença consomem glúten, inicia-se uma resposta imune anormal que ataca diretamente os intestinos. Eventualmente, os danos causados aos intestinos diminui significativamente a capacidade do organismo de absorver adequadamente os nutrientes. Se não tratada adequadamente, a doença celíaca pode resultar em complicações de saúde a longo prazo. Estima-se que 1 em 100 pessoas sofrem da doença.

Os indivíduos que são sensíveis ao glúten descobrem muitas vezes que os seus sintomas somem depois que o produto é eliminado da sua dieta. Com isso dito, existem alguns sintomas que podem apontar que o indivíduo tem uma intolerância ao glúten.

Aqui estão 8 sinais de intolerância ao glúten:

1- Confusão mental

Um dos sintomas mais surpreendentes de intolerância ao glúten, a confusão mental (brain fog), também pode ser sutil em sua natureza. Esta confusão está mais relacionada à uma falta de clareza mental, e pode ser um dos sintomas mais enigmáticos, simplesmente devido ao fato de que um certo número de coisas pode causar isso. No entanto, é um sintoma comumente citado de pessoas que sofrem de intolerância ao glúten e / ou a doença celíaca.

Em um artigo intitulado Sensibilidade Ao Glúten Como Uma Doença Neurológica, publicado no Journal of Neurology, Neurosurgery and Psychiatry, os pesquisadores descobriram uma reatividade anormal ao glúten em uma classe de anticorpos conhecidos como imunoglobulina (IgG). Acredita-se que esta reação contribui para o desempenho cognitivo diminuído.

2- Ganho de peso inesperado

O súbito, inexplicável aumento de quilos é desconcertante para muitas pessoas intolerantes ao glúten. Em geral, o ganho de peso da intolerância ao glúten resulta de duas coisas: (1) má absorção e permeabilidade intestinal - dois efeitos colaterais da intolerância ao glúten, e (2) inflamação sistêmica, que é desencadeada pelo glúten. Indivíduos intolerantes ao glúten que eliminam o glúten de sua dieta são capazes de voltar a um nível de peso saudável.

3- Função imunológica anormal

Os anticorpos IgA, quando são sensíveis ou intolerantes ao glúten, têm um efeito contrário sobre o sistema imunológico. Encontrados principalmente no trato gastrointestinal e a saliva, os anticorpos IgA são defesa primária do corpo contra constipações, gripes e outras doenças. Obviamente, quando estes mesmos anticorpos neutralizam nosso sistema imunológico, estamos muito mais propensos a contrair tais doenças.

4- Problemas dentais

Em um estudo publicado na BMS Gastroenterology, uma ligação foi descoberta entre a sensibilidade ao glúten e "estomatite aftosa" - uma condição frequentemente associada com úlceras na boca recorrentes e aftas. Além disso, devido à má absorção, os indivíduos sensíveis ao glúten freqüentemente têm níveis muito baixos de cálcio - uma substância muito importante para os dentes saudáveis.

5- Cefaleias e enxaquecas

Enxaquecas são dores de cabeça muitas vezes terrivelmente dolorosas que podem até mesmo ser debilitantes. Estranhamente, enxaquecas são muito mais comuns em pessoas intolerantes ao glúten que a população em geral. Em um estudo de um grupo sensível ao glúten: 56 por cento tinham dores de cabeça crônicas ou enxaquecas. Em comparação, apenas 14 por cento do grupo controle relataram dores de cabeça crônicas ou enxaquecas.

6- Problemas de pele

As propriedades de má absorção da intolerância ao glúten afeta um número de diferentes áreas do corpo, incluindo o nosso maior órgão. O glúten tem sido associado à acne, psoríase, eczema e dermatite herpetiforme (DH). Sintomas de pele decorrentes da intolerância ao glúten, muitas vezes incluem ardor, vermelhidão, erupções cutâneas, coceira e até mesmo bolhas. DH é uma condição particularmente prejudicial, definida pelo Gluten Intolerance Group (Grupo de Intolerância ao Glúten) como: "uma doença crônica da pele marcada por grupos de bolhas lacrimejantes, coceira que podem se assemelhar a espinhas ou bolhas."

7- Dores nas articulações e músculos

Os efeitos inflamatórios estimulados pela intolerância ao glúten são a razão subjacente para a dor nas articulações e músculos. De acordo com a WebMD: "Dor nas articulações e inflamação são sintomas comuns de sensibilidade ao glúten. E pesquisas mostram ligações entre as duas doenças. A Arthritis Foundation também publicou resultados que apontam artrite e dor nas articulações como sensibilidade ao glúten.

8- Exaustão e fadiga

Este sinal é semelhante à confusão mental, em que os mecanismos exatos são um mistério. Pouca investigação científica tem sido realizada em examinar a correlação suposta entre a fadiga / cansaço e intolerância ao glúten. No entanto, os profissionais médicos acreditam que a intolerância ao glúten é paralela à fadiga através de inflamação e da de-alocação das reservas de energia do corpo.

Fonte: Power of Positivity

domingo, 3 de julho de 2016

Massa de Pastel de feira.

Massa de Pastel de feira.
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    15 unidades grandes

Ingredientes

3 xícaras de farinha de trigo (separar pelo menos uma xícara a mais para trabalhar a massa e dar o ponto)
1 copo e meio de água (400 ml)
2 colheres (sopa) de óleo (opcional)
1 colher (sopa) de sal
1 dose de pinga (50 ml)

Preparo

1Misture bem a farinha com o sal.
2Abra um buraco no meio da farinha e jogue, aos poucos, a água, incorporando-a à farinha com as mãos num bowl fundo ou numa mesa lisa. Se quiser dar uma liga a mais na massa, adicione as colheres de óleo.
3Acrescente a cachaça e continue misturando bem a massa.
4Sove a massa, em uma superfície lisa, polvilhada de farinha, até que fique homogênea e pare de grudar nas mãos.
5Deixe a massa descansar por 15 minutos coberta com pano úmido ou plástico filme.
6Abra a massa com a ajuda de cilindros – é mais fácil – até a espessura mais fina que conseguir, sem que ela massa quebre; se não tiver a máquina, um rolo faz também a função.
7Corte a massa já aberta com uma faca com até 30 cm de altura e 10 cm de largura, para ficar do tamanho de um pastel de feira.
8Recheie a massa, ocupando no máximo metade do espaço, dobre a massa e feche as bordas com a ajuda de um garfo.
9Depois de montar os pastéis, leve o quanto antes ao óleo quente para fritar.
Fonte: Paladar/Estadão

O cordeiro que chora (Le gigot qui pleure).


O cordeiro que chora, de tradicional receita francesa. (Foto/ Fernando Xavier)
O cordeiro que chora 
(Le gigot qui pleure)
Ingredientes
1 pernil de cordeiro de 1,5k
1k de batatas cortadas em rodelas
4 dentes de alho descascados
100g de manteiga
1 tablete de caldo de galinha dissolvido em 200 ml de água morna
5 ramos de tomilho
azeite para untar
sal e pimenta do reino (moída na hora, de preferência)

Preparo
Esfregue a superfície de um refratário com um dente de alho, unte ligeiramente com azeite e espalhe as rodelas de batata. Salgue ligeiramente tempere com um pouco da pimenta do reino. Espalhe algumas folhas de tomilho em cima e cubra com o caldo já pronto.
Ponha o refratário na base do forno frio e acenda com regulagem de 180º.
Faça perfurações na carne com uma faca pontiaguda e insira metades dos dentes de alho em cada uma delas. Derrame um pouco de azeite em cima, tempere com sal e pimenta e ponha o pernil sobre a grelha do forno.
Corte a manteiga em pedaços pequenos e distribua-os sobre a carne.
Assim que a temperatura chegar a 180º recoloque a grelha no forno, exatamente em cima da forma com as batatas. Calcule cerca de 45 minutos de cozimento (para o pernil de 1,5k).
Retire o refratário do forno, deite o pernil sobre as batatas e sirva imediatamente.

Receita do amigo Luis Augusto Xavier.